sexta-feira, 18 de março de 2016
quinta-feira, 17 de setembro de 2015
Como fazer um Craquele Perfeito
Você sabe como
fazer craquelê?
Encontrei este texto na internet e achei interessante divulgar.
Encontrei este texto na internet e achei interessante divulgar.
Dicas da artesã Tania Mara
A técnica de craquele
tem origem francesa e é responsável pelo efeito de rachaduras em peças de
madeira, cerâmica, vidros etc. E até efeitos em unhas como utilizamos
ultimamente na moda feminina.
Existem diferentes
tipos de produtos para fazer craquelar, dentre eles estão: Kit Craquele, tinta
craquele, verniz craquele, cola branca, entre outros. Cada um se trabalha de
uma maneira, mas todos têm o efeito de rachado.
Alguns precisam de
verniz por cima para dar acabamento, outros não precisam de nada, pois já tem o
acabamento brilhante. A maioria desses produtos são solúveis em água, ótimo,
pois não tem cheiro forte.
Eles podem ser
aplicados com pinceis ou espojas, depende do efeito desejado. Alguns podemos
acelerar a secagem outros devemos aguardar a secagem sozinha para um melhor
resultado.
O ato de “craquelar”
significa que a tinta reage em cima de uma superfície extremamente brilhante.
Com a secagem do mesmo ela encolhe, dando as rachaduras e o efeito de craquele.
Antes de iniciar o seu trabalho é importante avaliar a peça que está à sua frente. Se for uma peça grande ela poderá receber um craquelê graúdo. Do contrário, se for pequena, o craco deverá ser compatível com o tamanho desta tal peça.
O que vai definir o tamanho
do craco é a quantidade de verniz que será aplicada. Se você quer um craco
graúdo, a camada de verniz deverá ser grossa. Para uma craco miúdo é só
diminuir a quantidade de verniz. Este é o pulo do gato, seja para qualquer técnica a ser utilizada.
Devemos sempre lembrar que para realçar os cracos há a necessidade de se utilizar duas cores de tintas, uma contrastante com a outra, nesta sequência;
Ex: cor de fundo branco, verniz e cor contrastante preto.
Pois bem, vamos lá.
Devemos sempre lembrar que para realçar os cracos há a necessidade de se utilizar duas cores de tintas, uma contrastante com a outra, nesta sequência;
Ex: cor de fundo branco, verniz e cor contrastante preto.
Pois bem, vamos lá.
TÉCNICA Nº1:
O craquelê pode ser aplicado em diversas superfícies. Neste caso usei
uma garrafa de licor, que ao invés de jogá-la no lixo transformei-a em uma peça
decorativa para a estante da minha sala. Adoro utilizar materiais recicláveis,
a ideia de atribuir àquele produto uma utilidade diferente daquela para a qual
foi criada me encanta e encanta a todos que conhecem meu trabalho. Sem querer
fazer trocadilhos esta peça literalmente ficou um luxo com o lixo, concordam?
Material:
Primer
Tinta PVA palha
Papel para decoupage
Kit Craquelê incolor
Pasta decorativa dourada
Cola para decoupage
Tinta PVA palha
Papel para decoupage
Kit Craquelê incolor
Pasta decorativa dourada
Cola para decoupage
A embalagem contém um Verniz Base e um Verniz Craquelador.
Aplicação:
Pintar a peça aplicando duas camadas de Primer e duas camadas de tinta preferencialmente com cor clara, pois, será a base do nosso trabalho.
Pintar a peça aplicando duas camadas de Primer e duas camadas de tinta preferencialmente com cor clara, pois, será a base do nosso trabalho.
Escolha o papel e
faça a decoupage.
Depois de bem seco,
passar duas camadas de verniz base aguardando secagem
entre uma demão e outra. Eu costumo inverter o sentido das pinceladas, se na
primeira demão eu pintei no sentido vertical, na segunda demão eu passarei o
pincel no sentido horizontal. O verniz base pode ser aplicado com pinceladas
(como se estivesse pintando com a tinta) bem como sua secagem pode ser
acelerada com um secador de cabelo ou um soprador.
Agora vem a parte
mais esperada do trabalho, aquela em que passaremos o verniz craquelador. Com um pincel macio vá depositando o
verniz em sentidos variados. Uma camada somente, porém, bem generosa. Aguarde
secagem que deverá obrigatoriamente ser natural, longe do sol ou do vento para
não aparecer bolhas e em local bem plano para que o verniz não escorra
somente para um lado. Aos poucos você verá os cracos surgindo.
Para finalizar devemos passar uma pasta para realçar os cracos. Eu utilizei a pasta metálica ouro velho Goldfix da Corfix (veja foto em
destaque). Para melhor aplicação dilua a pasta conforme indicação do fabricante e aplique com um
pincel, pano macio ou até mesmo com o dedo.
O acabamento dele já é brilhante, portanto não precisa passar nenhum impermeabilizante por cima.
O acabamento dele já é brilhante, portanto não precisa passar nenhum impermeabilizante por cima.
Para tirar o excesso
de pasta que fica na superfície, com um pano macio, passe querosene ou cera em
pasta incolor.
.
TÉCNICA Nº 2:
TÉCNICA Nº 2:
Neste trabalho pensei em fazer com que o craquelê ficasse por
baixo da decoupagem fazendo as ranhuras aparecerem através do guardanapo. E
assim o fiz.
Material:
Primer
Tinta PVA Chocolate
Verniz Craquelê
Tinta PVA branca
Guardanapo para decoupage
Cola para decoupage
Verniz fosco
Aplicação:
Pintar a peça com duas camadas de primer, duas camadas da cor escura.
Aplicar o verniz craquelê com pinceladas em X, apenas uma camada. Lembre-se, se quer um craco graúdo ......ou, se quer um craco miúdo.......
Antes que o verniz seque por completo,passar a cor contrastante. Com um pincel de cerdas macias, vá depositando a tinta com apenas uma camada e preferencialmente sem sobrepor as pinceladas.
Quase que imediatamente a peça começa a craquelar. E aí é só finalizar com a decoupage e o verniz.
TÉCNICA Nº 3:
Craquelê com cola branca (tenaz, cascorez ou qualquer outra cola branca)
Isto mesmo, cola branca e nada mais e olhem só que resultado
maravilhoso.
Material:
Tinta PVA cereja
Cola branca
Tinta PVA marfin
Papel para decoupage
Verniz brilhante
Cola branca
Tinta PVA marfin
Papel para decoupage
Verniz brilhante
Aplicação:
A cola neste caso fará o papel do verniz craquelador e sua aplicação
segue basicamente ao deste produto.
Nesta caixa usei a cor cereja da Gato
Preto como fundo. Deixe secar bem.
Depois, cubra a tampa com uma camada bem generosa de cola branca de
maneira que você não consiga ver a tinta da caixa (eu usei esta cola da figura,
mas acredito que dê certo com qualquer cola branca).
Antes que a cola seque por completo, escolha uma cor contrastante
(escolhi a cor marfin) e vá depositando a tinta com o pincel delicadamente,
pois, a cola ainda está úmida. Você saberá a hora de passar a tinta quando a
cor base da caixa ( cereja) começar a aparecer. Aqui o pulo do gato é o
seguinte: se você aplicar a tinta em cima da cola enquanto ela ainda estiver
totalmente branca o craco ficará enorme e assim não fica bonito. Quanto mais a
cola estiver molhada, mais ela puxará a tinta e os veios do craco ficarão muito
largos. Então deixe que a cola começe a ficar transparente para poder aplicar a
tinta.
Em poucos minutos o craco começará a abrir. Como a cola demora
secar é possível acelerar o processo, mas cuidado, deve ser com ar
frio, eu costumo deixar em frente ao ventilador numa distância de pelo
menos um metro e meio da peça. A secagem completa se dará quando a
cola estiver completamente transparente.
Esta técnica dá um efeito muito bonito. A cola depois de seca deixa o fundo com bastante brilho e a tinta por cima fica fosca. Nesta caixa eu acabei perdendo este efeito porque a tinta contrastante que utilizei foi PVA e portanto eu tive que impermeabilizar. Optei por passar verniz brilhante e a caixa toda ficou brilhante. Deixo como sugestão usar uma tinta acrílica fosca por cima, assim não será necessário impermeabilizar a peça e você garantirá o efeito do brilho, contrastando com o fosco que fica maravilhoso.
Esta técnica dá um efeito muito bonito. A cola depois de seca deixa o fundo com bastante brilho e a tinta por cima fica fosca. Nesta caixa eu acabei perdendo este efeito porque a tinta contrastante que utilizei foi PVA e portanto eu tive que impermeabilizar. Optei por passar verniz brilhante e a caixa toda ficou brilhante. Deixo como sugestão usar uma tinta acrílica fosca por cima, assim não será necessário impermeabilizar a peça e você garantirá o efeito do brilho, contrastando com o fosco que fica maravilhoso.
TÉCNICA Nº 4:
Caquelê com tinta Craquelex. Olhem que graça.
Este produto é bastante versátil. Percebam que o formato dos cracos da tampa são diferentes dos cracos da caixa. Este efeito você consegue somente mudando a aplicação da tinta. Na tampa usei a tinta Craquelex Cinza Lunar e com o pincel (ou uma bucha grossa) fui aplicando batidinhas na tinta. Já na caixa usei a cor Vermelho Carmin e com o pincel fui dando pequenas pinceladas em forma de X. Camadas generosas de tinta.
Este produto é bastante versátil. Percebam que o formato dos cracos da tampa são diferentes dos cracos da caixa. Este efeito você consegue somente mudando a aplicação da tinta. Na tampa usei a tinta Craquelex Cinza Lunar e com o pincel (ou uma bucha grossa) fui aplicando batidinhas na tinta. Já na caixa usei a cor Vermelho Carmin e com o pincel fui dando pequenas pinceladas em forma de X. Camadas generosas de tinta.
Material:
Tinta branca para base
Verniz Vitral incolor ou Base para Tinta Craquelex
Tinta Craquelex Vermelho Carmin
Tinta Craquelex Cinza Lunar
Verniz brilhante
Aplicação:
O fabricante recomenda usar a Base para tinta Craquelex (figura acima),
porém, ela é totalmente dispensável. Você vai dizer: Mas como?????
Lembra do texto acima? A tinta reage em cima de uma superfície
extremamente brilhante. Com a secagem do mesmo ela encolhe, dando as rachaduras
e o efeito de craquelê.
Nesta caixa eu substitui a base indicada pelo verniz vitral incolor e funcionou perfeitamente.
Então, seguindo a lógica não há necessidade de sairmos comprando
produtos desnecessariamente, acredito que se no lugar do verniz vitral eu
tivesse usado verniz craquelê, também teria conseguido o mesmo resultado.
Se o fabricante quer vender, nós queremos economizar não é mesmo?
Devemos pensar assim, vou usar o que eu tenho em casa.
A tinta craquelex deve ser grossa o suficiente para que você não veja o fundo que nesse caso é a cor branca.
Aqui é possível a secagem com ar quente. Depois de passar a tinta craquelex use o secador ou um soprador com ar quente e verá o craco abrir instantâneamente.
Para finalizar, impermeabilize com verniz brilhante.
TÉCNICA Nº 5:
Este craquelê também fica muito bonito e a vantagem deste material é a sua praticidade.
Craquele com camada generosa de verniz
Craquele com camada fina de verniz
Material:
Tinta PVA branca para base
Kit Craquelê colorido
Tinta PVA branca para base
Kit Craquelê colorido
A embalagem contém um Verniz Base e um Verniz Craquelador.
Aplicação:
Segue a mesma sequência de aplicação, cor de tinta que se quer que
apareça em baixo, verniz base e verniz craquelador, porém, neste caso você não
precisa aplicar outra tinta,o verniz craquelador já é a cor contrastante.
Para um craquele bonito, passe uma demão de verniz base no sentido vertical, deixe secar completamente e na segunda demão passe as pinceladas no sentido horizontal. Com a peça bem sequinha você entra com o verniz craquelador e com o pincel você irá depositar o verniz com uma camada bem generosa e com movimentos em forma de X, para que os cracos se formem em todas as direções. O fabricante deste produto orienta que se use pincéis diferentes para cada verniz, mas, é só lavar e secar bem direitinho que não tem problema nenhum.
Para um craquele bonito, passe uma demão de verniz base no sentido vertical, deixe secar completamente e na segunda demão passe as pinceladas no sentido horizontal. Com a peça bem sequinha você entra com o verniz craquelador e com o pincel você irá depositar o verniz com uma camada bem generosa e com movimentos em forma de X, para que os cracos se formem em todas as direções. O fabricante deste produto orienta que se use pincéis diferentes para cada verniz, mas, é só lavar e secar bem direitinho que não tem problema nenhum.
Assim como o Kit incolor, o acabamento dele já é brilhante, portanto não precisa passar nenhum impermeabilizante por cima.
Este produto dá a possibilidade de usar as tintas de duas formas, ambas com efeito muito bonito:
Cores contrastantes: Ex: tinta PVA branca como base e verniz craquelador vermelho
Tom sobre tom: Ex: tinta PVA amarela e verniz craquelador laranja
Mais uma dica para o uso de Kit craquele colorido.
Este enfeite de árvore de Natal é feita de bola de isopor nº 7. Passei 3 camadas de tinta acrílica decorativa metálica ouro da decorfix, duas camadas de verniz base e duas camadas de verniz craquelador.
Você deve estar pensando, "mas não pode passar duas camadas de verniz craquelador..." pode sim, é só não deixar o verniz secar. Passe a primeira camada fina de verniz craquelador e aguarde alguns minutos até que ele fique um pouco mais consistente a ponto de não escorrer e logo em seguida aplique a segunda camada.
Se a bola for menor, aconselho deixar com uma camada só de verniz craquelador senão os cracos ficarão muito graúdos para uma bola pequena. São detalhes que fazem toda a diferença.
X - X - X
- X
Com essas dicas tenho certeza que você conseguirá realizar seus trabalhos com sucesso. Comece com uma peça pequena enquanto você se familiariza com as técnicas e com os diferentes materiais. Depois ouse e experimente peças diferentes como as que expus aqui, além destas você poderá trabalhar também em PET, Caixa de leite, cerâmica, metal, gesso e até em isopor lembrando sempre que, se a peça não for madeira deverá receber os primeiros cuidados com o primer.
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Arte e Artesanato Conceito e Diferenciação
Se a arte e o artesanato possuem um local específico dentro da
sociedade, desempenhando cada um o seu papel, é importante introduzir neste
trabalho a noção de centro / periferia para uma melhor compreensão do objeto
aqui em estudo e de seus significados.
O centro pode ser definido como aquele pólo - geográfico, político
ou econômico - que tem o poder de determinar ações, adoção de tecnologias,
conceitos e/ou ideologias (que determinam formas de pensamento) por todo um
território que esteja sobre seu domínio ou controle.
O conceito de periferia pode ser verificado, como o oposto de
centro, como um local que engloba um espaço com sua população - e suas
atividades sociais e econômicas - que estão afastados ou dominados
(politicamente, economicamente, tecnologicamente e/ou ideologicamente) pelos
pólos econômicos regionais, nacionais e/ou mundiais.
A partir daí aponta-se a questão do local em que a arte e
artesanato são realizados (enquanto obra), em que são comercializados, em que
são consumidos, em que são estudados, em que são analisados. A arte e o
artesanato são antes de tudo o trabalho de pessoas que, com finalidades
diversas, realizam algo.
Não se pode mais, dentro do contexto do Brasil e da América Latina
relacionar o artesanato apenas às áreas distantes dos grandes centros urbanos.
Com a migração das populações, e a mudança de atividades dentro das áreas
urbanas, a atividade do artesanato é hoje realizada não só nas periferias dos
grandes centros mas também dentro de sua própria área urbana. Dentro de contexto
contemporâneo - não apenas por ter deslocado o seu lugar de realização - o
artesanato já incorporou elementos de outras culturas, verificando-se
características que estão além de sua matriz original.
Se o conceito de arte, na época atual, é produzido e consumido
dentro dos grandes centros, o mesmo corre o risco de reduzir-se apenas a eles
mesmos (enquanto centros), ignorando o fato de que o artesanato - enquanto obra
e qualquer que seja ele - é fruto do trabalho de pessoas que o consideram sua
arte pois é fruto de sua produção, de seu conhecimento próprio e de sua
cultura. Observa-se que esta colocação é apontada tendo em vista dois grupos
sociais distintos - artistas e artesãos - com características, produções e
conceitos também distintos.
Na atualidade, as relações de trabalho podem ser verificadas e
analisadas na produção artística, a partir do momento em que, dentro da
realização de um trabalho, a mesma envolver mais de um indivíduo em sua
produção.
Por exemplo, poderá haver aquele indivíduo que, detendo o conhecimento e os meios da produção de seu fazer, trabalha com seus ajudantes - ou seus auxiliares - que tendo, ou não, o mesmo conhecimento que o detentor dos meios de produção - estarão ali recebendo por seu trabalho executado. Situação similar poderá ser analisada junto àqueles indivíduos que, sem a posse dos meios de produção, estarão ali trabalhando com alguém que detém estes meios - aprendendo determinado ofício (com remuneração ou não) - verificando-se, deste modo, uma outra forma de relação de trabalho.
Por exemplo, poderá haver aquele indivíduo que, detendo o conhecimento e os meios da produção de seu fazer, trabalha com seus ajudantes - ou seus auxiliares - que tendo, ou não, o mesmo conhecimento que o detentor dos meios de produção - estarão ali recebendo por seu trabalho executado. Situação similar poderá ser analisada junto àqueles indivíduos que, sem a posse dos meios de produção, estarão ali trabalhando com alguém que detém estes meios - aprendendo determinado ofício (com remuneração ou não) - verificando-se, deste modo, uma outra forma de relação de trabalho.
Por fim, apresentar os conceitos de arte e artesanato, dentro de um contexto sociológico, não é tarefa das mais fáceis. Tal tarefa surge aqui como um conflito, mas todo conflito se torna inevitável e é sempre útil na medida em que define questões.
A quem se destinam? Em que contexto devem ser inseridos? Talvez a formulação destas perguntas possam até mesmo ser uma das respostas para o presente trabalho
Definir arte na atualidade é, antes de tudo, retomando o conceito
de Duchamp, apontá-la como um espaço apropriado para a produção visual do
século XX.
A forma como é apresentada e/ou consumida determina um local
definido para compreender também a sociedade e a forma de sua organização.
Sobre o artesanato, que utiliza-se de matrizes que transformam-se
com o decorrer da modernidade, não pode-se dizer que possui menor criatividade
que a arte. O mesmo, produzido por determinados grupos coletivos, ou indivíduos
isolados dentro do tecido urbano, relaciona-se diretamente a um sentido prático
do que e para que é feito - função determinada quando são produzidos - que pode
ser, por seu usuário (público), posteriormente modificada.
Nos dias atuais, se dentro de uma sociedade urbana, o local de
consumo da arte e do artesanato pode ser definido por galerias, museus,
mercados ou feiras, a definição e diferenciação do que é culto ou popular deve
passar por uma avaliação mais criteriosa dada a circulação de informações
dentro de uma sociedade inteiramente massificada definindo formas de expressão
- na arte e no artesanato - que se nutrem de uma mesma base.
Deve-se ressaltar também que se arte e o artesanato realizam-se
enquanto produção, ou atividade produtiva de determinado elemento cultural, os
mesmos devem ser observados como fenômenos sócio-culturais distintos dadas as
suas especificidades, apesar do visível paralelismo que se desenvolvem na
atualidade.
terça-feira, 28 de abril de 2015
sexta-feira, 30 de maio de 2014
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